Descomplicando o futuro que já chegou: levar a IA da universidade para a escola e a comunidade de Quixadá — de forma acessível, prática e crítica.
Uma ação coordenada que aproxima a sociedade de um tema em alta.
A IA já está no cotidiano, mas o entendimento público não acompanhou. Falta o essencial: usar a tecnologia de forma consciente, ética e segura.
O Descomplica AI ocupa esse espaço: alunos de Sistemas de Informação levam IA para escolas e para a comunidade, traduzindo conceitos complexos em experiências simples — formação, serviço à comunidade e convite à universidade, tudo ao mesmo tempo!
Um objetivo geral que orienta e sete objetivos específicos que o tornam concreto.
Promover a compreensão crítica e prática da IA no ensino médio e na comunidade de Quixadá, por meio de ações de alunos de Sistemas de Informação — aproximando sociedade e universidade.
Desmistificar conceitos de IA com linguagem acessível e exemplos do cotidiano.
Ensinar o ensino médio a usar IA de forma proveitosa e responsável nos estudos.
Refletir sobre ética: desinformação, vieses, privacidade e mundo do trabalho.
Alertar sobre riscos do uso mal-intencionado da IA, como deepfakes e golpes.
Produzir conteúdo educativo em mídias sociais, ampliando o alcance.
Desenvolver nos executores comunicação, trabalho em equipe e responsabilidade social.
Aproximar o ensino médio da universidade, despertando interesse pela área de tecnologia.
Um programa guarda-chuva com equipes pequenas. Cada frente tem um roteiro pronto — toque para ver como funciona.
Atividades práticas de 1h–1h30, em duplas, ensinando a usar IA para estudar e entender como a máquina “pensa”.
Roteiro pronto entregue às equipes. Temas rotativos por semestre: IA para estudar, ética e deepfakes, profissões do futuro.
Reels e cards curtos no Instagram e TikTok — “o que é um deepfake?”, “3 formas de usar IA para estudar”.
Amplia o alcance além do presencial. Meta de publicação semanal nos períodos letivos.
Encontros sobre ética, desinformação, vieses e futuro do trabalho — formato de conversa, não de palestra.
Duas rodas por edição: “ética e desinformação” e “IA e o mundo do trabalho”. Os debates viram conteúdo para as redes.
Feira de IA na UniCatólica: estandes, demonstrações, minioficinas e tour pelos laboratórios para as escolas visitantes.
É aqui que o adolescente pisa no campus e se imagina ali — o momento mais forte para despertar o desejo de ingressar.
Ações sobre golpes com IA — voz clonada, mensagens falsas — para famílias e idosos, com paróquias e associações.
Alto impacto social e reforça a dimensão de transformação do projeto.
Estruturação das equipes, parcerias com escolas e avaliação contínua que mantém o projeto melhorando a cada ciclo.
Times pequenos com um líder cada, ensaio-geral antes de ir a campo e supervisão docente em todas as etapas.
Quem o projeto alcança e onde as ações acontecem.
Prioritário: estudantes do ensino médio (≈15–18 anos) de Quixadá, em fase de escolha do futuro acadêmico.
Complementar: famílias e idosos, mais vulneráveis a golpes e desinformação com IA.
E também: os alunos de SI, executores e beneficiários da vivência.
Oficinas e rodas nas escolas; evento-âncora no campus; conteúdo no digital; segurança em espaços comunitários.
O que já está planejado e o que sugerimos acrescentar. Filtre por trilha e por frente.
■ Confirmado — marcos e datas já planejados (aproximados, ainda ajustáveis). ▢ Sugerido — ações que agregam valor ao projeto.
Metas concretas e o que muda para cada público.
Mais compreensão sobre IA e população mais atenta a golpes e desinformação.
Comunicação, trabalho em equipe e autoconfiança desde o início do curso.
Vínculo com as escolas e interesse de jovens pela formação em tecnologia.
Avaliação contínua e processual em três dimensões.